O pessoal do Cante as Escrituras tirou uma foto interessantíssima na cruzada evangelística do pastor Silas Malafaia em Fortaleza.
Na ocasião, nossos irmãos testemunharam uma multidão de pessoas comprando por singelos R$ 2,00 (Dois Reais), bandanas e gravatas com o nome do ex-bigodudo.
Segundo o pessoal do Cante as Escrituras, uma enorme quantidade de fãs compraram os apetrechos "malafalianos" demonstrando assim sua veneração ao polêmico pastor.
Prezado amigo, confesso que estou assustado com a idolatria evangélica! Sinceramente diante do que vejo sou levado a crer que alguns dos evangélicos estão ensandecidos. Ora, fazer bandanas e gravatas com o nome do Silas Malafaia é o cúmulo da idolatria.
Pois é, diante desta loucura manifesto a minha preocupação com o rumo da igreja evangélica brasileira. Lamentavelmente parte dos evangélicos está acreditando num evangelho absolutamente diferente do pregado por Jesus e pelos apóstolos.
Diante do exposto, resta-nos chorar diante do Senhor pedindo a ele que nos perdoe os pecados e mude definitivamente os rumos da Igreja de Cristo Pense nisso!
(Continuação) ...Talvez seja essa a melhor definição de religião: um ciclo estúpido. O ato religioso repetiu-se na próxima geração. Ao fim de uns tempos, trouxe Caim do fruto da terra uma oferta ao Senhor. Abel por sua vez, trouxe das primícias do seu rebanho e da gordura deste. Agradou-se o Senhor de Abel e de sua oferta; ao passo que de Caim e de Sua oferta não se agradou.
É certo que Caim e Abel ouviram o relato daquele dia tenebroso em que seus pais foram expulsos do jardim. Ouviram acerca do julgamento, das conseqüências da escolha que fizeram. Ouviram acerca da inutilidade das folhas de figueira e de como seus pais foram cobertos por Deus com a pele de animais. Abel parece ter dado atenção ao relato e imitou Deus no sacrifício de animais. Caim, por sua vez, ignorou completamente a maldição e trouxe do fruto de seu labor na terra maldita, como se, por seu esforço, a maldição se tornasse aceitável. Como se, por seu esforço, ele mesmo se fizesse aceitável.
Abel não inventou nada, e foi considerado justo. Caim, em seu esforço religioso, recebeu apenas a resposta de que o pecado estava à porta, e que era necessário dominá-lo. É evidente que Caim não podia dominar seu ímpeto pecaminoso: matou a seu irmão, mentiu para Deus e se tornou maldito. Mais um ciclo da maldição religiosa se completava. Maldita se tornou a terra, malditos se tornaram Caim e sua descendência.
No princípio, o homem não precisava fazer nada para ter comunhão com Deus. O homem não precisava aprender nada; não precisava provar nada a ninguém; não precisava conquistar, alcançar ou adquirir coisa alguma para ver Deus. Depois da queda, tentou fazer-se digno da presença de Deus fabricando uma cobertura. Tentou tornar-se digno de Deus oferencendo o fruto de seu fatigante esforço. Mas não foi aceito.
Os nomes mudam, as práticas envolvidas também, mas o ímpeto religioso ainda reside em cada ser humano. A religião se reinstala, geração após geração. Reacomoda-se a cada cultura. A cada sistema de valores. A cada geração, as palavras de Deus são distorcidas. A percepção acerca de Deus é distorcida. As histórias são mal-contadas. E o erro religioso se perpetua. Quando será que vamos parar de nos esforçar para alcançar Deus? Nossas iniqüidades fazem separação entre nós e Deus, e não há obras que façamos que podem nos justificar (Is 59:2; Gl 2:16). Nenhuma realização, nenhuma conquista, nenhum procedimento nos justificará. Não nos cabe subir ao céu. Não nos cabe reencontrar Deus. Não nos cabe executar a religação entre homens e Deus. Religião é apenas um ciclo estúpido de esforço e maldição.
Não sei se tenho qualquer outra informação útil, ou conclusão, acerca da religião. Mas tenho uma resposta a ela.
A resposta para o vazio, o sentido da vida humana, o caminho de volta… chama-se Emanuel. Deus conosco. Você não encontrará salvação tentando alcançar Deus. Você pode ser salvo pelo Deus que já te alcançou. Que nunca partiu. Que nunca desistiu daquelas afáveis conversas diárias, na viração do dia. Jesus não representa um ideal a ser alcançado. Ele é o testemunho do amor e da presença totalmente amável de Deus. Jesus não estabeleceu a prática correta. Ele é a pessoa de quem precisamos. A pessoa de quem sempre precisamos. A pessoa que sempre esteve próxima, até mesmo no coração, sondando cada um, inquietando cada um com a inigualável sede por Deus.
A religião continuará a te dizer “faça”. Jesus é. Hoje Ele me disse: “Eu sou”. Eu cri. Fui salvo por aquilo que Ele é. Percebi que não precisaria fazer mais nada. Não escrevi esse texto para estar mais perto Dele. Só escrevi para extravasar minha indignação com a maldita religião. A religião que por tanto anos exigiu que fizesse muitas coisas, mas nunca me deu Jesus. A religião que por tantos anos me fez pensar em que fazer, como fazer. Mas Jesus continua comigo, e continuará aqui, comigo, até a consumação do século. Agora, toda a questão se resume em “quem”. Quero prestar atenção em Jesus. Ele mesmo se deu a mim. Eu cri. Recebi. Chega de fazer. Quero desfrutar.
Recebido Por e-mail Autor: Stefano Mozart, November 29, 2011 Disponível em: Cada Um tem um Ministério
"Religião (do latim religare, significando religação com o divino) é um conjunto de sistemas culturais e de crenças, além de visões de mundo, que estabelece os símbolos que relacionam a humanidade com a espiritualidade e os valores morais. Muitas religiões têm narrativas, símbolos, tradições e histórias sagradas que se destinam a dar sentido à vida ou explicar a sua origem e do universo. As religiões tendem a derivar a moralidade, a ética, as leis religiosas ou um estilo de vida preferido de suas idéias sobre o cosmos e a natureza humana"
A Bíblia narra o surgimento da primeira religião e, nessa narrativa, exibe claramente a origem do ato religioso e os resultados da religião para o homem e para tudo a sua volta. No Édem, homem e mulher tinham acesso irrestrito a Deus. Mais que acessível, Deus era uma constante em suas vidas. Homem e mulher não apenas podiam falar com Deus, Deus mesmo os buscava para comunhão, diariamente. Eles sabiam que não passariam um dia sequer sem encontrá-Lo. Havia suprimento abundante e o único trabalho consistia não mudar nada, ou seja, em guardar aquele ambiente para que nada interferisse em tão perfeito estado.
Infelizmente, naquele mais tenebroso dia da história da humanidade, mulher e homem optaram por outra vida. Ao comerem do fruto do conhecimento do bem e do mal, decidiram viver uma realidade completamente diferente. Agora, no tocante ao conhecimento do bem e do mal, eram iguais a Deus. Entretanto, logo perceberam que, quanto à justiça, nunca seriam iguais a Deus. Viram-se nus. E, com o fim de cobrir as suas vergonhas, ou melhor, encobrir sua injustiça, coseram folhas de figueira e fizeram cintas para si. Eis aí a primeira religião do homem.
Toda a religião consiste na mesma atitude: um método, uma fabricação humana, com o fim de transformar o homem, justificá-lo. Essa atitude é sempre impulsionada pela premissa de que, de certo modo, somos quase perfeitos, quase iguais a Deus. O nirvana budista, o homem bom de Confúcio, a obediência islâmica, a propiciação do sacrifício incessante católico, o bom caráter protestante, a instantânea transformação e o poder espiritual dos pentecostais – todos são nomes diferentes para a mesmíssima folha de figueira, a cobertura que o homem, por sua própria ‘excelência’, cose para si mesmo.
O resultado é que o homem e a sua mulher esconderam-se de Deus ao ouvir a Sua voz. Ninguém lhes ensinou a se esconder. Ninguém lhes disse que não poderiam mais ver a Deus. Adão dá a resposta que explica o resultado interior da religião: ‘tive medo, e me escondi’. A religião propõe métodos, exige atividades, garante resultados. Entretanto, no íntimo do homem religioso existe apenas medo. Medo da morte. Medo de não ser aceito.
Medo de, na verdade, não ser como Deus. A religião distorce a percepção humana a respeito de Deus, e distorce ainda mais a percepção humana acerca de sua própria condição.
Quanto à companheira de religião, também companheira de pecado, o que havia no homem era apenas acusação. Medo no coração. Acusação aos semelhantes nos lábios. E, em sua consciência, a insuportável distância de Deus. Mas esse ainda não é o quadro completo da vida religiosa.
A mulher, agora em dores, daria à luz filhos. O desejo da mulher, agora, era para seu marido, e ele a governaria. Que grande ironia para a mulher que escolheu conhecer o bem e mal com o fim de ser igual a Deus – estava, agora, sob seu marido. O homem foi afastado de Deus e agora também precisava laborar na terra, para, do suor de seu rosto, comer o seu pão. A terra se tornou maldita. E a terra maldita se tornou o destino cruel da humanidade: vir do pó, retornar ao pó. Um ciclo estúpido de tirar da terra, com dificuldade, o sustento para uma vida degradada, fadada a esvair-se na mesma terra. (Continua)
Recebido Por e-mail Autor: Stefano Mozart, November 29, 2011
Para uns somos 20,2%, ou cerca de 40 milhões de pessoas. Outros falam em 51,1 milhões. Os mais otimistas falam que em 2020 seremos mais da metade da população, ou cerca de 105 milhões de almas.
A velha máxima de que os números não mentem pode estar com os dias contados. Pelo menos, no que diz respeito a estatísticas sobre religião no Brasil. Contrariando as últimas pesquisas sobre a fé no país, que apontam os evangélicos como sendo 20,2% da população – ou menos de 40 milhões de pessoas –, diversas denominações apostam em um panorama mais otimista, no qual os crentes já seriam atualmente 51,1 milhões. Dizem mais: que, caso se mantenham as atuais taxas de crescimento do segmento cristão evangélico, os crentes em Jesus serão, já em 2020, mais da metade da população brasileira, o que equivaleria a 105 milhões de almas. Números evangelásticos (termo cunhado para se referir aos constantes exageros dos crentes) à parte,o certo é que organizações que se dedicam a estatísticas religiosas trabalham com números que apontam uma maioria religiosa protestante no Brasil em apenas dez anos.
O cálculo é feito por organizações como o Departamento de Pesquisas da Sepal (Servindo Pastores e Líderes) e o Ministério Apoio com Informação (MAI), levando em conta a taxa de crescimento que os evangélicos tiveram nas últimas décadas, sobretudo a de 1990. As projeções têm como ponto de partida os Censos periódicos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Pelo levantamento de 1991, por exemplo, sabe-se que os evangélicos eram 13 milhões naquele tempo, ou 8,9% da população brasileira. Nove anos depois, em 2000, já haviam dobrado de tamanho, passando a ser 26, 1 milhões, 15,45%. “Se o crescimento anual se mantiver nesses patamares, de cerca de 7,4% ao ano, poderemos ter, sim, mais de 50% da população brasileira composta por evangélicos”, aponta o pastor Luis André Bruneto, ligado ao Departamento de Pesquisas da Sepal. “Tudo bem que a tendência mais para frente é que esse aumento venha a se estabilizar. Mas, levando-se em conta a taxa de crescimento anual dos evangélicos, que é mais de três vezes o da população do país em geral, podemos dizer que hoje um em cada quatro brasileiros é protestante”, confirma a matemática Eunice Zillner, do MAI.
Em relação às disparidades de números com um dos últimos levantamentos feitos, o Mapa das Religiões da Fundação Getúlio Vargas (FGV), baseado nos dados da Pesquisa de Orçamento Familiar do IBGE, Bruneto aponta que essa classificação pode ser imprecisa. O estudo destaca uma estabilidade do crescimento pentecostal, que fica em 12% do total da população, um pequeno crescimento das denominações históricas, que passam de 5,39% para 7,47%, e um forte aumento daqueles que se dizem evangélicos, mas não estão em nenhuma denominação específica. “Essas nuances já eram esperadas quando comparadas as mesmas curvas estatísticas entre os censos de 1980 e 2000. Por outro lado, o Mapa das Religiões coloca as quase 200 classificações batistas como ‘históricas’, quando a maioria desse grupo deveria ser classificada como ‘pentecostal’. Em contrapartida, a Universal do Reino de Deus, que sofre grande concorrência, é tida também como ‘pentecostal’ – mesmo grupo no qual foram incluídas as Testemunhas de Jeová no estudo”, critica.
Apesar deste e outros notáveis equívocos, o Mapa das Religiões também confirma o que diversos estudiosos do fenômeno religioso brasileiro já vinham falando: o crescimento econômico e as melhores condições sociais e educacionais no Brasil favoreceriam uma migração de fiéis para igrejas históricas, conhecidas pelo ensino bíblico mais profundo e pela organização eclesiástica que favorece maior participação dos membros, inclusive em termos administrativos. Já o aumento explosivo dos evangélicos, hora ou outra, acabaria levando a um processo de secularização, com o surgimento de crentes apenas “nominais”. Ou seja, é gente que se identifica como protestante por ter nascido ou feito parte de uma denominação, mas agora não frequenta mais a igreja.
PADRÕES HISTÓRICOS
Tais nuances fazem com que muita gente fique com a pulga atrás da orelha com previsões muito otimistas neste aspecto. Mesmo trabalhando com os números, o próprio Bruneto é um que recomenda cautela. “Não se tratam de dados reais. São apenas projeções e perigosas”, observa. Como se está lidando com pessoas, e não com uma ciência exata, é bom deixar claro que a dinâmica populacional é muito intensa e que disparidades e mudanças dificultam a concretização de muitas previsões. Um bom exemplo é o surgimento do secularismo e a queda do crescimento de qualquer religião, comuns após a terceira ou quarta gerações dos convertidos. Exemplo disso acontece na Região Sul, justamente onde aportaram os luteranos, primeiros protestantes a chegarem ao Brasil como grupo organizado, a partir de 1824, com a imigração germânica. No Rio Grande do Sul, é possível encontrar a cidade mais evangélica do Brasil, Quinze de Novembro, com 80,4% de crentes, a apenas 20 quilômetros de uma das menos evangélicas, Alto Alegre, com 0,28% de protestantes. Outro caso é Timbó, em Santa Catarina. Lá, a Igreja Luterana tem mais de 15 mil membros, mas apenas 40 pessoas participam de seus cultos a cada domingo.
“Não existem estudos sérios e estatísticas confiáveis que nos permitam acreditar que o Brasil terá maioria evangélica em uma década”, sentencia o sociólogo Paul Freston, professor catedrático de religião e política na Wilfrid Laurier University, no Canadá, e colaborador na pós-graduação em sociologia na Universidade Federal de São Carlos (SP). Ele defende que, para fazer uma conta mais próxima da realidade, é necessário considerar os padrões históricos de crescimento dos evangélicos a partir dos anos 1950 e não somente na década de 90, quando houve um “pulo”. “Tempos atrás, também falaram que alguns países da América Central teriam a maior de parte de suas populações composta por evangélicos ainda antes da virada do milênio. Claro, isso não se confirmou. Se uma religião avança, outras respondem para frear a perda de fieis”, argumenta o estudioso.
Freston, que é evangélico, diz que já foi considerado um homem sem fé por causa de suas posições mais conservadoras, mas prefere optar por estimativas que considera mais realistas. “Se o crescimento não continuar tão acelerado, os evangélicos terão fracassado? De forma alguma”, ressalva. “A se confirmar o maior crescimento dos tradicionais, devemos levar em conta que, durante 25 anos, pentecostais e neopentecostais estiveram na linha de frente do avanço evangélico no Brasil. Mas essa perda de vigor também precisa ser melhor analisada. O processo pode mostrar uma perda de capacidade de diálogo dos evangélicos com a sociedade. E isso pode trazer consequências ruins a longo prazo”, alerta. Até a divulgação dos números definitivos do Censo 2010, que se promete para o ano que vem – e mesmo depois disso, já que eles parecem tão inconclusivos –, muita água vai correr sob essa ponte.
Se o crescimento anual se mantiver, poderemos ter mais de 50% da população brasileira composta por evangélicos em 2020. (Pastor Luis André Bruneto, do Departamento de Pesquisas de Servindo Pastores e Líderes, de São Paulo)
Teerã, 27 nov (EFE).- O ministro da Defesa do Irã, Ahmad Vahidi, avisou aos Estados Unidos que seu país está preparado para ensinar "o que significa uma verdadeira guerra".
"O Irã é muito forte neste momento e está preparado para mostrar aos EUA o que significa uma autêntica guerra, se eles realizarem um ato de loucura", disse Vahidi perante uma multidão de Voluntários Islâmicos na cidade de Bushehr, informaram a imprensa local.
As frequentes notícias sobre armas e preparação bélica e os desafios às potências "arrogantes", especialmente EUA e Israel, aumentaram no Irã depois que a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) demonstrou sua suspeita que o programa nuclear iraniano tem uma vertente militar.
Vahidi advertiu este domingo que "os que ameaçam a nação iraniana devem decidir até que ponto estão dispostos a se sacrificar e quantos deles estão dispostos a morrer".
"Também devem saber por quanto tempo poderiam suportar uma guerra e em que medida tolerariam ver afundar seus navios de guerra e ter em mente como vão se proteger dos golpes destrutivos e poderosos dos mísseis e foguetes do Irã", acrescentou.
O ministro advertiu ao Governo dos EUA que não devem crer que tem experiência em guerras, porque no Iraque o regime de Saddam Hussein "se rendeu" e no Afeganistão ocuparam o país porque "não havia ninguém para lutar", mas agora, "sua situação em ambos países é muito adversa", com uma resistência crescente.
Até quando teremos que SUPORTAR estas patéticas disputas de poder clérigo e nos prostaremos a ouvir homens cada vez mais carnais, travestidos de espirituais, tapando as portas do inferno para aqueles seduzidos por suas promessas de enrriquecimento para preguiçoso, ou de curas xamanistas?
Como poderemos limpar a verdadeira fé cristã da indumentária sugestiva da hipnose, poder da mente, e de muitas outras seduções que foram semeadas através das últimas décadas, por verdadeiros mercenários, que irresponsávelmente trazem uma água que não é a palavra de Deus, mas um verdadeiro vetor de doenças imperceptíveis, porém cheio de traição, mentiras, engodo.
Como podemos chamar de vítimas àqueles que, movidos por sua própria ganância, se deixaram envolver com mentiras? Seria Eva também apenas uma vítima? ou como podemos eximir da culpa aqueles que vendo todo pano de fundo do atual cristianismo, calam-se e omissos, mordem do fruto proibido... Podemos tirar de Adão sua culpa por aceitar o erro de Eva?
O Homem é enganado por sua paixão. Quantos orgulhosos, buscando uma autoexaltação, SE UNGIRAM, Bispos, Apóstolos, Pai-póstolo, Patriarca, e a última agora: Sua Santidade... Será que tais investiduras têem mudado a cara do Brasil? Não naquilo que é plausível e nescessário! Tais Mega-sacerdotes, cada vez mais mostram-se adornados com roupas de marcas conhecidas, com estilos diferenciados, Anéis, apartamentos, carros... e o seus romeiros cada dia mais vestindo os mesmos trapos, buscando os mesmos milagres, regando esta plantinha chamada CHARLATANISMO, maculando a imagem daquilo que conhecemos por Evangelho.
Amor ao invés de òdio! Perdão ao invés de Vingança! Cristianismo ao invés de Denominação!!! Na luta por fiéis rentáveis, rasgam a ética e o mais importante da Lei: A Justiça, a Misericórdia e a Fé. Tais Sumos Sacerdotes e Dúbios crentes deveriam de fato não fazer aquelas coisas e praticarem estas! Chega de teatro, de baixaria e de desamor!
Temas como a volta de Cristo, Santificação, Salvação, já não dominam os púlpitos evangélicos no Brasil, minutos preciosos que poderiam estar sendo usados para pregar o EVANGELHO PURO, estão sendo gastos com propagandas de (pseudo) milagres, venda de livros (pseudo) Cristãos, e divulgação de Contas Bancárias de instituições (pseudo) filantrópicas. Cristo não precisou de pseudos motivos para alcançar o mundo com sua mensagem, apenas fez a vontade do Pai, e libertou milhares das algemas que aprisionavam.
Bispo Edir Macedo – Igreja Universal do Reino de Deus, postou em sua conta no Youtube obispomacedo um vídeo com o título “Qual a diferença” no qual compara manifestações “causadas pelo Espírito Santo” com “recebimento de entidades em centros espíritas”.- Confira vídeo e comente…
O Bispo Edir Macedo, postou no dia 25/08/11 em seu blog um post que critica as doutrinas de igrejas pentencostais pela forma como elas estaria recebendo o Espírito Santo, ato conhecido como “cair no Espírito” e agora também com a publicação deste vídeo em seu canal no Youtube e seu blog volta a criticar o pentecostalismo.
No vídeo o Bispo Macedo traça um paralelo com as manifestações sincronizando algumas imagens de terreros de macumba e de igrejas evangélicas de denominações que não são da Igreja Universal. O título do vídeo e da publicação, “Qual a diferença?”, questiona se as manifestações das igrejas pentencostais para receberem o Espírito Santo de Deus e as manifestações dos terreiros de macumba para receberem entidades como o “tranca rua” ou “pomba gira” não seriam a mesma coisa.
Aos 23 segundos da edição, claramente é citado e comparado ao centros de macumbaria a imagem e o ministério do Pastor Marcos Feliciano e os Gideões Missionários da Última Hora, entidade ligada a Assembléia de Deus, além de outros famosos pregadores como Benny Hinn.
Policiais e bombeiros militares estão em polvorosa. É que para atingir os índices do Pacto pela Vida, o Governo do Estado já sinalizou que nenhum policial ou bombeiro militar poderá tirar férias nos próximos meses e as licenças serão proibidas. A denúncia foi encaminhada a Associação Pernambucana dos Cabos e Soldados (ACS – PE) na tarde desta terça-feira (22/11).
Para o coordenador da ACS – PE, Renílson Bezerra, o tiro poderá sair pela culatra, ou seja, as novas ações do Governo do Estado para atingir os índices previstos no Pacto pela Vida poderão ter efeito contrário. “Não mexa com o bolso ou com o descanso do PM ou BM. A tropa está no limite. O aumento salarial foi irrisório e as escalas de trabalho estão cada vez mais escravizantes. E agora sem férias ou licença, ficará humanamente impossível”, garante Renílson. Ele acrescenta que também não estão sendo realizados os pagamentos das diárias referentes a eventos de grande porte e projetos como o Malhas da Lei.
Para um bom observador, o aumento do número da violência e as dificuldades em atingir os índices do Pacto pela Vida, coincidem com o processo de negociação salarial iniciado há um ano com a tropa. “Somos nós quem estamos nas ruas combatendo o crime. Sabem tanto da importância do nosso trabalho que as cobranças são todas direcionadas a nós mas, infelizmente, apenas cobram. Não somos valorizados pelas nossas atividades. Avisamos da nossa insatisfação, fomos às ruas, pedimos ajuda e o que ganhamos? Nada. A tropa está cansada, desestimulada e sem perspectivas de melhoria. O resultado está sendo desastroso para todos nós ”, conclui Renílson.
Desmilitarização da Polícia Militar é a maior utopia que já ouvi! Talvez seja chamado de péssimista, ou de estraga prazeres, mas com certeza não posso ser chamado de iludido;
Não acreditar na Desmilitarização, não significa que não haja o desejo que aconteça, pelo contrário, entretanto, ao analisar a conjuntura política e militar atual, vejo que o militarismo é muito mais que uma filosofia política, é um meio fácil de se ganhar a batalha contra o povo.
Talvez este nome 'batalha' surja meio que militarizado, exagerado, porém não é! O que acontece com os governos e o povo, é uma batalha travada onde ganha quem é o mais poderoso. Talvez alguém lembre de uma velha história que diz: "todo poder emana do povo e por ele é exercido através de seus representantes"... porém é bom frisar que, os representantes do povo estão exercendo o poder que emanou dos seus eleitores de modo particula, egoísta e covarde;
E o que isso tem haver com a Desmilitarização? Tudo! como é que podemos acreditar numa possível desmilitarização em um ambiente que permeia a velha ditadura? como podemos acreditar que o governo simplesmente irá abrir mão do seu exército estadual e ficar desprotegido da fúria do povo? Como podemos acreditar que o governo abandonará a maior massa de manobra que possui, que, com a qual, faz o que bem entende e deseja, pinta e borda e ainda assim, a tem numa rédia curta, guiada por criações de batalhões e promoções políticamente planejadas para conter o boi que puxa a carroça?
Desde o Governo Jarbas, os demais governadores pernambucanos aprenderam uma tática infalível para frustrar qualquer movimento por melhoria salarial, atendendo os interesses de uma minoria privilegiada; o governador do Rio de janeiro mostrou o quanto o militarismo pode ser favorável aos maus tratos morais de sua própria majestade, travando e humilhando pais de família num palco de vergonha para o mundo.
O Político precisa do Militar Estadual, é seu Exército Particular! e para conter este Exército é simples: "forme-se alguns pelotões especializados, que ganhem alguns bons trocados além do ordenado, e quando precisar, ameace puxar o tapete dos tais, a prisão orçamentária regimentará ums batalhão de mercenários, vítimas de salários baixos e desarmoniosos com a profissão heróica que exercem.
O Governo Teme o nome Desmilitarização, A População desconhece seus benefícios, A Tropa suspira por esse evento dentro de suas fileiras. O Militar é discriminado: ..."exceto os Militares"... O seu direito está sempre de acordo com a conveniência polítca. Não esquecendo que o Militar é um Servidor Polivalente: Greve de Policial Civil, aciona os Policiais Militares; Greve de Médicos Legistas, Acione os Policiais Militares; Greve de Agentes Penitênciários, acione-se os Policiais Militares... O Porque? é Simples:
Boca de forno... se eu mandar... e se não for... Chefinho mandou dizer...
São funcionários públicos, aprovados em concurso, selecionados da sociedade, porém sofrem com o Código Disciplinar Militar, com o Tribunal Militar Estadual e com o medo de ter que ser IRRACIONALMENTE penalizado como se estivéssemos em tempos de guerra.
Por estes e muitos outros motivos que preferimos não citar neste texto, é que dizemos:
Polícial Militar: SUBSTITUI TODAS AS CATEGORIAS GREVISTAS, PORÉM NÃO É SUBSTITUÍDO QUANDO FALTA. Policial Militar: TRABALHA MAIS E É O FUNCIONÁRIO ESTADUAL QUE MENOS RECEBE NA MAIORIA DOS ESTADOS BRASILEIROS. Policial Militar: Sem sindicato, sem inclusão constitucional, sofre a boa vontade de Governador. Polícia Desmilitarizada:População, força sindical e profissionais policiais ganham aliança constitucional. Polícia Desmilitarizada: Fim da Monarquia institucionalizada. Polícia Desmilitarizada: Governos Estaduais sem força para "argumentar" com a população. Polícias Militares: TROPAS ESPECIALIZADAS/GRATIFICADAS, SÃO AS RÉDIAS DO GOVERNO P/ CONTER DISTÚRBIOS ADIMINISTRATIVOS C/ A TROPA COMUM. Polícias Militares: Tropas Especializadas são gratificadas em revelia da Tropa Comum. Desmilitarização das Polícias: DESESPERO PARA CORONÉIS E POLÍTICOS. Policiais Militares: Profissionais POLIVALENTES! Polícias Militares: A maior massa de manobra a favor dos caprichos governamentais. Polícias Militares: Um exército particular dos Governos Estaduais Desmilitarização das Polícias: NECESSIDADE DA POPULAÇÃO # MEDO DOS POLÍTICOS Desmilitarização das Polícias: POSSIBILIDADE OU UTOPIA?
Talvez o peso que sobrevem à muitos após um fracasso, deva ser a pior barreira a ser ultrapassada; é algo tão terrível, que muitos, não poucos, não conseguem se erguerem após a queda. A sensação de sempre estar em débito com alguém que não merecia seu erro, pode levar o homem a loucura!
Como se não bastasse a consciência cobrando nossas falhas, a sociedade que convivemos demonstra uma facilidade terrível de matar quem já está psicológicamente morimbundo, sem esperança e solitário. O mundo literalmente cai quando sabemos que pecamos, nossas lutas vencidas no passado passam a não significar mais nada, nossas possibilidades num futuro se obscurece de modo a não mais vislumbrar-mos o mínimo contorno de uma silhueta obtusa; É exatamente neste momento que temos que criar coragem para encher o peito e encarar os fatos: Somos Humanos.
Todos os que nascem sob a condição da raça humana, diante de um erro, depara-se com uma crise existencial terrível, cruel e amarga. Caim, filho mais velho relatado do primeiro casal humano, Adão e Eva, ao fracassar diante de uma tarefa corriqueira, não suportou ver o sucesso de seu algós, embora tivesse sido alertado por Deus que deveria dominar o pecado que o espreitava (Gn 4:7), ou seja, que mesmo diante do desejo que lhe sobreviria contra seu oposto Abel, deveria portanto dominar o sentimento que estava tentando invadí-lo... Caim se deixou levar, e desbancou seu erro: ocorre o primeiro homicídio.
Nosso fracasso não pode abrir brechas para um desastre maior além das nossas fronteiras emocionais. Não acreditar na recuperação, cultivar o erro ou desprezar a advertência, é o primeiro passo para a verdadeira derrocada de uma vida; achar que o nosso erro é maior que o perdão de Deus, nos impede de provar o quanto somos amados por Ele; quando desacreditamos de nós mesmos após um fracasso, primeiramente não acreditamos no grande amor Divino, desfazemos seu sacrifício na Cruz do Calvário e jogamos no lixo, todas as suas misericórdias infindáveis.
Enquanto há vida, existe esperança. Não desista, Ele foi além da morte por amar você, seu fracasso não pode anular todo projeto que Deus projetou para sua vida!
Por muito tempo o homem gabava-se de ser o top da evolução, subjulgando outros animais devido sua sapiencia superior e inabatível; segundo a ciência, o homem nada mais é que um produto evolutivo, que com o avanço intelictual, a sociedade humana se destaca das outras sociedadees animais.
Entretanto, aqueles que deveriam estar em situação mais harmônica, por serem a nata evolutiva, tem-se demonstrado verdadeiros seres involutos, retrógados e primitivos, desconstruindo os ditames e pilares sociais, questionando seus próprios mecanismos democráticos e opondo-se ao poder que emanam deles mesmo: o Governo.
Começando pelos meios de suicídio individuais: legalizados (não precisamos citar as drogas legais) e não legalizados (Drogas combatidas pelo Governo), passamos pelos meios de repressão de distúrbios que matam os donos do poder (vandalos), por portarem-se contra os prédios e órgãos criados pelo governo que emana deles mesmos;
Neste sarapatel antidemocrático, vemos um desenvolvimento irracional e anarquico de células sociais que, forçosamente como um cêncer, destroem-se e afetam grupos celulares sadios, sejam eles vitais ou não. Se encaramos a sociedade como um organismo vivo, perceberemos que esta encontra-se doente, e o pior, esta doença é degenerativa! podemos piorar a situação, observemos o globo como um corpo, e que dentro deste corpo existem organismos com funções distintas; tais organismos são as sociedades animais, nas quais a sociedade humana é apenas uma delas, porém sofre com uma doença contagiosa.
Essa doença que atinge a sociedade humana é o erro, o pecado numa linguagem cristã; Deus ao colocar o homem no Jardim do Éden, apenas pediu-lhe para lavrar e guardar a terra, dando-lhe liberdade para comer de todos os frutos, alertando apenas do perigo de uma árvore (Gn 2: 15~17), o homem porém errou no cumprimento destas diretrizes, e ainda hoje continua errando, pecando.
Hoje não podemos nos considerar mais evoluidos que uma sociedade de formigas, cupins ou abelhas, muito menos podemos dizer que possuímos mais ética que uma matilha de lobos, ou um bando de leões; não podemos ter orgulho diante dos nossos filhos, desprotegemos nossos pequenos muito mais que uma jaçanã que se arrisca fingindo-se de ferida para proteger o ninho que escondeu entre a vegetação; temos muito que aprender com estas sociedades que arrogantemente declaramos menos evoluidas que a nossa.
Somos o problema do mundo. Erramos e continuamos no erro em nossa missão aqui na terra. Não temos respeito por nada além de nossa própria imagem, e quase sempre, também desrespeitamos nossa semelhança no próximo; Somos uma sociedade de Loucos, pois as sociedades de animais que catalogamos e estudamos como inferiores em detrimento à nossa, muito nos tem a ensinar, e precisamos primeiramente ser humilde para reconhecer.
Temos que Aprender com as formigas, com as aves, com os quadrúpedes, com os invertebrados, com os cardumes, com os rebanhos, pois estes realmente se encaixam numa cadeia evolutiva, nós entretanto, não evoluímos, paramos no erro de Adão, consetimos, preferimos e nos acostumamos ao pecado, não nos posicionamos contra, mas sempre a favor do que destrói, ofende, transgride... O ser humano é autodestrutivo, a sociedade nos modos atuais é insustentável.
Só poderemos começar a EVOLUIR, quando primeiro assumirmos nossa missão neste mundo: o de Trabalhar para o desenvolvimento do planeta e Protegê-lo, caso contrário, estaremos sempre na direção contrária do mundo em que vivemos.
Amelinha em certa música declara que "quem não ama o sorriso feminino, desconhece a poesia de Cervantes"; aos ouvidos menos polidos, trata-se apenas de um verso harmonioso e belo, e nada mais, não possuindo um significado mais apurado, nem querendo dizer nada além do que foi dito;
Porém, a autora do verso quando se refere a Cervantes, referencia na verdade Miguel de Cervantes Saavedra (29 de setembro de 1547 — 22 de abril de 1616), um luso escritor, romancista, dramaturgo e poeta castelhano. Este fora autor daquele que é considerado o primeiro romance moderno (Dom Quixote), passando a ser leitura sériamente recomendada a todos os que se enveredam pelo mundo das letras artística da literatura.
Diante deste monstruoso ícone citado na música de Amelinha, esplendorosamente interpretada por Zé Ramalho, A Dita Poesia de Cervantes passa a possuir um significado único, não podendo ser todas as poesias, livros e versos do escritor mencionado, mas O seu poema, sua identidade, seu cartão de visita no mundo literário, aclamado pelos apaixonados, amantes, namorados e tantos outros que ao admirar o sorriso feminino, reconheceram na letra desta poesia a identidade do Amor:
Amor é fogo que arde sem se ver, é ferida que dói, e não se sente; é um contentamento descontente, é dor que desatina sem doer.
É um não querer mais que bem querer; é um andar solitário entre a gente; é nunca contentar-se de contente; é um cuidar que ganha em se perder.
É querer estar preso por vontade; é servir a quem vence, o vencedor; é ter com quem nos mata, lealdade.
Mas como causar pode seu favor nos corações humanos amizade, se tão contrário a si é o mesmo Amor?
Quem não ama o sorriso feminino? quem não reconhece estes versos como o esboço daquilo que sentimos quando nos encantamos com o sorriso da mulher que escolhemos para amar, e sentimos que somos capazes de tudo para eternizá-lo e emoldurá-lo? Deve ser triste desconhecer o esboço disto que sentimos quando encontramos a paixão nos lábios delicados da mulher, quando nossa natureza não se permite provar disto que é considerado o maior dos dons, o bem maior entre os homens;
Aos desconhecedores da Poesia de Cervantes, apresentamos o amor, o sentimento que une dois generos tão diferentes quanto extremos feito as duas pontas de uma reta, porém, quando unidas, formam uma nova figura sem começo nem fim, uma aliança de dois seres selados pelas diferenças.
O Homem que não ama o sorriso feminino desconhece o amor, amarga em sua vida a dor de nunca desfrutar da mesma força que levou o poeta escrever versos que transpassaram séculos, que mesmo longe da pena e do papel que os apresentaram ao mundo, tais versos assumem em formas impressas a mesma força contida na hora que foram desenhados no papel, quando diante das mentes que sentem toda emoção e desfrutam do privilégio daquilo que um dia levou Cervantes a caracterizar tão execelentemente o produto da admiração do sorriso da mulher.
Primeiramente gostaria de formalizar nossas sinceras desculpas pela ausência nas últimas semanas, é que estamos encontrando dificuldade com o nosso equipamento de informática, o que compromete sériamente nossa constãncia e fidelidade nas atualizações diárias de nossos blogues;
Além das dificuldades técnicas, temos assumido alguns compromissos profissionais que nos pedem o afastamento total das atividades locais e cotidianas, precisando inclusive que haja um deslocamento de mais de 500 km de nosso domicílio, por um período igual, porém não superior a trinta dias. O resultado disso é o abandono da escrivaninha e dos acessos facilitados à Rede Mundial de Computadores que encontramos em nossa cidade, que somados as deficiências já citadas no parágrafo anterior, torna impossível o nosso hábito de postar em blogues.
Entretanto, gostaríamos de informar que uma das dificuldades, por enquanto, fora sanada: estamos de volta ao domicílio, o que facilitará sobremodo nosso regresso a este Blogue, bem como os demais que também escrevemos; precisamos muito das orações dos nossos poucos, porém fiéis leitores para que consigamos permanecer escrevendo nesta plataforma tão dinâmica que possuímos.
No mais, estamos gratos a Deus pela Oportunidade, pedimos novamente desculpas aos nossos leitores, visitantes e assinantes, pois sabemos que de algum modo estamos sendo útil ao entreitenimento dos prezados.
Está no ar o blog da congregação Cristã Caminho do Evangelho! Lá vc encontrará ESTUDOS, VÍDEOS e MENSAGENS que edificarão a sua vida. Está cansado da "mesmice" e da corrupção do evengelho de nossos dias? Então vale a pena dar uma olhada:
Aos 26 anos, Nguyen Thi Phuong aparenta ter 70 (Foto: Reprodução)
Após reação alérgica, jovem aparenta ter 70 anos
Uma vietnamita de 26 anos ficou com a aparência de uma idosa de 70 anos por conta de uma reação alérgica a frutos do mar, de acordo com o Daily Mail. O caso aconteceu em 2008 e permanece sem solução.
Nguyen Thi Phuong sofreu erupções que fizeram com que a pele do rosto, das mãos e do pescoço ficassem enrugadas. Ela tomou medicamentos para aliaviar os sintomas, mas não obteve êxito. Um médico local chegou a prescrever um remédio para dermatite, que provocou inchaço no rosto e urticárias.
Com o destaque do caso na imprensa, Nguyen passou a tratada por especialistas da cidade de Ho Chi Minh. Ainda não foi identificado o motivo do envelhecimento.
Esse termo de senhor que estou usando é para evitar que macule sua imagem ao lhe chamar de bandido, marginal, delinquente ou outro atributo que possa ferir sua dignidade, conforme orientações de entidades de defesa dos Direitos Humanos.
Durante vinte e quatro anos de atividade policial, tenho acompanhado suas "conquistas" quanto à preservação de seus direitos, pois os cidadãos, e especialmente nós policiais, estamos atrelados às suas vitórias, ou seja, quanto mais direito você adquire, maior é nossa obrigação de lhe dar segurança e de lhe encaminhar para um julgamento justo, apesar de muitas vezes você não dar esse direito às suas vítimas.
Todavia, não cabe a mim contrariar a lei, pois me ensinaram que o Direito Penal é a ciência que protege o criminoso, assim como o Direito do Trabalho protege o trabalhador, e assim por diante.
Questiono que hoje em dia você tem mais atenção do que muitos cidadãos e policiais. Antigamente você se escondia quando avistava um carro da polícia; hoje, você atira, porque sabe que numa troca de tiros o policial sempre será irresponsável em revidar. Não existe bala perdida, pois a mesma sempre é encontrada na arma de um policial ou pelo menos a arma dele é a primeira a ser suspeita.
Sei que você é um pobre coitado. Quando encarcerado, reclama que não possuímos dependências dignas para você se ressocializar. Porém, quero que saiba que construímos mais penitenciárias do que escolas ou espaço social, ou seja, gastamos mais dinheiro para você voltar ao seio da sociedade de forma digna do que com a segurança pública para que a sociedade possa viver com dignidade.
Quando você mantém um refém, são tantas suas exigências que deixam qualquer grevista envergonhado.
Presença de advogados, imprensa, colete à prova de balas, parentes, até juízes e promotores você consegue que saiam de seus gabinetes para protegê-los. Mas se isso é seu direito, vamos respeitá-lo.
Enfim, espero que seus direitos de marginal não se ampliem, pois nossa obrigação também aumentará. Precisamos nos proteger. Ter nossos direitos, não de lhe matar, mas sim de viver sem medo de ser um policial.
Dois colegas de vocês morreram, assim como dois de nossos policiais sucumbiram devido ao excesso de proteção aos seus direitos. Rogo para que o inquérito policial instaurado, o qual certamente será acompanhado por um membro do Ministério Público e outro da Ordem dos Advogados do Brasil, não seja encerrado com a conclusão de que houve execução, ou melhor, violação aos Direitos Humanos, afinal, vocês morreram em pleno exercício de seus direitos.
Autor: Wilson Ronaldo Monteiro Delegado da Polícia Civil do Pará
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